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Copa do mundo na Rússia e o escândalo do Antidoping

Copa do mundo na Rússia e o escândalo do Anti doping

O doping é uma mancha negra nos esportes, por isso, ele é combatido pelos organizadores de eventos esportivos com a realização de exames que diagnosticam o uso de substâncias proibidas. A Copa do Mundo é um desses eventos também.

Nesse ano de 2018 ela será sediada pela Rússia, no entanto, esse país e seus atletas já estiveram envolvidos em muitos casos de doping. Por isso, uma decisão foi tomada a fim de preservar a confiabilidade desse teste tão importante. Continue lendo e saiba qual foi ela.

A Rússia e o doping

A Rússia possui um histórico largo de casos no doping, e que circulam entre diversas modalidades esportivas. Mais de 1000 atletas russos já se envolveram em escândalos de doping, e isso em cerca de 30 modalidades diferentes.

Os exames de doping foram adulterados por funcionários das agências e isso com o conhecimento do governo russo. Diversos atletas já haviam ficado de fora das Olimpíadas de 2016, que aconteceram no Rio de Janeiro, e vários também, ficaram de fora dos Jogos de Inverno da Coreia do Sul.

É claro que não são todos os atletas russos fazem uso do doping para ter um melhor desempenho, por isso, não podemos taxar a todos, porém, ainda assim a confiança fica abalada. Por isso, para a Copa do Mundo de 2018 a FIFA criou regras especiais e optou por não confiar nos russos para avaliação das amostras dos atletas.

O que vai acontecer na Copa do Mundo de 2018

Para que não haja problemas com adulterações de exames, e nem mesmo surjam suspeitas ou especulações, a FIFA determinou que nenhum profissional russo participará da implantação dos procedimentos, nem da coleta dos materiais, seu manuseio ou análise. E ela também não será realizada em solo russo.

Ainda que os laboratórios sejam credenciados pela Wada, que faz o controle antidoping no meio esportivo, elas serão encaminhadas para fora do país. Está previsto que a maior parte das amostras seja envida para a Suíça.

Como serão feitos os testes

A forma como serão realizados os exames antidoping continuará segundo o padrão de sempre. Todos os jogadores realizarão o teste antes da Copa, porém, sempre de surpresa. Ou seja, as datas continuarão não sendo reveladas para que se possa ter mais certeza dos resultados obtidos.

Durante a Copa também haverá o recolhimento de outras amostras para exame, sempre após as partidas e com sorteio dos jogadores que passarão pelo teste. E cada um deles ainda terá um passaporte biológico.

Trata-se do registro de outros exames realizados anteriormente para que o comitê possa ter algo para ser comparado com os resultados obtidos agora. Assim é possível observar se não houve alterações nos exames dos atletas.

Parece ser uma boa solução e não somente para essa Copa da Rússia. É interessante que o terreno seja neutro na hora de analisar algo tão importante. Por isso, quem sabe esse modelo de 2018 não seja adotado também para outas competições? O importante é fazer com que os torneios sejam justos para que as premiações sejam oferecidas para aqueles que realmente superaram seus limites.

 

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