Olimpíadas: Basquete rumo a Londres

Por Gabriela Ribeiro, 17 de maio de 2012 às 15:21 | Arquivado em basquete, Olimpíadas

Quando o Brasil conquistou a classificação para as Olimpíadas em setembro de 2011, o presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Carlos Nunes, deixou bem claro que os atletas da NBA que haviam pedido dispensa do pré-Olímpico não tinham preferência na equipe.

Nesta quinta-feira (17), o técnico Rúben Magnano divulgou a convocação oficial. O argentino, além de anunciar a lista dos jogadores para Londres, também confirmou a renovação de seu contrato até as Olimpíadas de 2016. Magnano acabou com o suspense e, mesmo depois da polêmica, chamou Nenê e Leandrinho, pivôs do caso da dispensa em Setembro. O técnico incluiu na Seleção, entre outros nomes conhecidos, Anderson Varejão e Tiago Splitter.

Nenê, que joga no Washington Wizards, foi convocado para Londres. Foto: CBB

Agora o pitaco: Foram 16 anos lutando por uma vaga nos Jogos, então a responsabilidade é grande para aqueles que vestirão a amarelinha na terra da rainha. Não valeria a pena deixar de fora nossos craques da NBA. Por motivos pessoais (ou de contrato, como no caso de Nenê), os jogadores decidiram pedir o afastamento da Seleção. Magnano tinha, portanto, a opção de afastá-los dos Jogos, mas foi sensato ao conversar com os atletas e decidir mantê-los na lista das Olimpíadas. Pode até ser papo de torcedor, mas acredito que essa Seleção tem condições de entrar na briga por medalha. Vamos conferir!

Quem foi convocado?

Armadores: Marcelinho Huertas (Bacelona), Larry Taylor (Bauru) e Raulzinho (Lagun Aro)
Alas: Leandrinho (Indiana Pacers), Marcelinho Machado (Flamengo), Marquinhos (Pinheiros) e Alex (Brasília)
Alas-pivôs: Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers) e Guilherme Giovanoni (Brasília)
Pivôs: Tiago Splitter (San Antonio Spurs), Nenê (Washington Wizards), Rafael Hettsmeishmer (CAI Zaragoza) e Caio Torres (Flamengo)

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Futebol Paranaense: 36 vezes campeão

Por Gabriela Ribeiro, 14 de maio de 2012 às 15:32 | Arquivado em Futebol Paranaense

É oficial: o Coritiba conquistou ontem, depois de um clássico Atletiba emocionante, o título paranaense de número trinta e seis. Com a vitória nos pênaltis, o Coxa se tornou tricampeão do estado, fato que não acontecia desde a memorável equipe de 1973. A conquista, segundo o técnico alviverde Marcelo Oliveira, foi fruto do espírito de luta incrível dos jogadores.

Foto: Site Oficial do Coritiba

Não é minha intenção desmerecer o título coxa-branca, de forma nenhuma, mas o time do Alto da Glória contou com sorte para alcançar o feito do tricampeonato. O Atlético escalado pelo treinador Carrasco na grande final foi diferente daquele que conquistou a vaga para as quartas da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro, na semana passada. Mesmo com o novo esquema, o rubro-negro se manteve firme e superior ao Coxa até a substituição de Bruno Costa, que deu lugar ao amarelado (na partida) Héracles. Se dependesse do histórico do campeonato, arriscaria dizer que, por méritos, o Atlético deveria ter levantado a taça. Só que, no futebol, não existe campeão moral. No mata-mata, vale o momento.

Com a bola rolando, as duas equipes criaram pouco e mantiveram o jogo na intermediária do campo a maior parte do tempo. Restava medir a competência nos pênaltis. E, na hora das penalidades máximas, até os melhores vacilam. Se até Messi e Cristiano Ronaldo já falharam, qualquer um pode errar. Era a vez de Guérron. O goleiro Vanderlei honrou seu sobrenome de bom goleiro e defendeu a cobrança do craque atleticano. O Couto Pereira, então, explodiu de alegria ao ver o Coxa ser campeão em casa diante do maior rival.

Deu Coritiba. Três vezes. Trinta e seis vezes. Nem Carrasco segurou o carrasco. Não adianta nem o presidente Mário Celso Petraglia reclamar no Twitter. Não vai ser desta vez que o neto dele vai ficar feliz.

O foco agora é a Copa do Brasil. Já imaginaram uma final Atletiba? Confesso que essa vai ser a minha maior torcida a partir de quarta-feira. E a vida segue.

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Futebol Paranaense: Chegou a hora!

Por Gabriela Ribeiro, 13 de maio de 2012 às 12:24 | Arquivado em Futebol Paranaense

Depois de 133 jogos e mais de 350 gols, chegou a grande final do Campeonato Paranaense 2012 - Coritiba x Atlético. A 98 FM estará lá, com uma transmissão tudo de bom do clássico. A capa da Tribuna do Paraná abaixo descreve bem a batalha que acontecerá às 16h no Couto Pereira. Quem será o campeão do ano?

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Futebol: O jeito certo de jogar

Por Gabriela Ribeiro, 10 de maio de 2012 às 23:59 | Arquivado em futebol

Reproduzo aqui o início de um texto meu que foi publicado no Jornal Comunicação. Será que existe, de fato, uma fórmula certa para jogar futebol?

O jeito certo de jogar futebol
Reportagem: Gabriela Ribeiro // Edição: Lucas Lupatini

É quase senso comum: o Barcelona joga um futebol bonito e bem trabalhado, admirado por qualquer fã do esporte. A valorização da posse de bola e a retomada rápida são características notáveis na equipe, construídas ao longo dos últimos anos. Patxi Izco, presidente do mediano clube espanhol Osasuna, chegou a afirmar que se “aborrecia” com o jogo do Barcelona. “Há alturas em que parece uma equipe de basquete”, disse para a rádio Onda Madrid.

Para continuar lendo o texto, clique aqui.

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Tênis: O polêmico saibro azul

Por Gabriela Ribeiro, 9 de maio de 2012 às 15:00 | Arquivado em Tênis

O Masters 1000 de Madrid nunca foi tão falado. O torneio que inicia o mês do Aberto da França lançou uma novidade nesta edição: o saibro azul. O inventor foi o bilionário ex-jogador Ion Tiriac. O propósito, segundo Tiriac, é destacar a bolinha amarela. De fato, uma boa ideia. Jogadores, torcedores e telespectadores podem ser beneficiados com a extravagância. Claro que o objetivo não é tão romântico assim; o patrocinador do torneio tem na logo, como cor principal, o azul.

A produção não é simples: antes da aplicação do corante azul, é preciso descolorir o pó de tijolo (sim, saibro é pó de tijolo!), até que o material fique branco. O grande responsável pelo processo foi Gaston Cloup, o francês que cuida das quadras de Roland Garros.

Achei uma boa sacada porque, além de dar fazer uma propaganda diferente, favoreceu o visual do jogo. A novidade não agradou os principais tenistas, que se mostraram bastante conservadores quanto ao tema. Muitos reclamaram que, além da cor descaracterizar o saibro, o piso é muito escorregadio. De qualquer forma, não acho que seja uma mudança permanente. Deve ser só mais um elefante branco da história do esporte.

Rafael Nadal afirmou categoricamente que a temporada de saibro é vermelha. Novak Djokovic brincou na página do Twitter que “na próxima, traz o skate”, em referência ao piso liso.

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